Confira a entrevista que a revista Capricho fez com o diretor de Lua Nova: Chris Weitz.
Como foi encontrar os fãs na Comic Con ?
Foi Fantástico. Passei o dia todo numa sala pequena, escolhendo as imagens que eu passaria no evento. Ficava imaginando a reação dos fãs. Nunca tinha ido ao Comic Con, mas fiquei com a impressão de que, se eu tivesse mostrado dois minutos de Robert e Taylor sem camisa, a reação seria a mesma. (risos)
Você acreditou mesmo que a ausência de Robert no filme seria um problema ?
Ha mais Edward, portanto Robert, no filme do que no livro. No filme, Bella vê e ouve Edward. Fizemos isso de forma sutil e acho que ficou bonito. Então, eu não fiquei realmente preocupado com isso. E acredito que a atuação do Taylor esta magnifica e os lobisomens são incriveis.
Você aceita a opinião dos atores no set ?
Bastante. A maior preocupação de todo mundo é ser fiel aos personagens originais. Kristen não quer ser outra personagem que não seja a Bella. Então, os atores não saem dos personagens, mas eu acho que o ator tem o direito de dizer, sobre um diálogo, por exemplo: “Isso é muito difícil de falar”. A partir daí, a gente pode mudar.
Você mexeu na cor dos vampiros ?
Não, eles vão continuar do mesmo jeito. É para eles serem pálidos mesmo, como são descritos no livro.
Os fãs atrapalharam nas filmagens ?
Em Vancouver, uns dez fãs ficavam do lado de fora com cartazes para Robert, Kristen e Taylor. Achava muito meigo, achava bem legal. Mas, em Montepulciano, eles eram milhares e dificultaram nossa logística. Era difícil se mover com os nossos equipamentos pesados no meio da multidão.
Eles ficavam gritando ?
Sim, mas eles ficavam bem quietos quando íamos filmar uma cena. Eles não queriam atrapalhar a gente. Então, ficavam em silêncio. Mas, quando parávamos de filmar, começava a gritaria.
Qual é a sua cena favorita ?
É difícil escolher, mas não imagino outra cena que não a do reencontro da Bella e do Edward. Foi muito difícil coordenar, havia muitos fãs e, não importava como iríamos gravar, tinha que parecer meio-dia porque ela chega ao meio-dia para salvá-lo.













