
O Dia das Mães – Capítulo 2
Aquele era o meu dia e Renesmee deixou claro que iria fazer as minhas vontades, mesmo que isso representasse que ela teria de comer comida humana no café-da-manhã.
- Filha – eu disse, servindo-a com uma colherada de cereal mergulhado no leite e vendo sua cara feia -, fico feliz que você esteja comendo tudo.
Edward estava sentado na terceira cadeira de nossa pequena mesa, se divertindo.
- Bem que todos os dias poderiam ser o Dia das Mães. Nossos problemas com a alimentação de Renesmee estariam resolvidos.
- Não existem problemas com a alimentação e sim com a relutância de Renesmee. Mas hoje ela está se comportando muito bem. – Pus mais uma colherada de cereal e leite em sua boca. Foi quando Jake entrou, sorrindo e piscando para Renesmee.
- Eu sabia que você conseguiria, Nessie. – e lhe deu um beijo na cabeça. Ele apoiou a mão no encosto de minha cadeira e se abaixou para me beijar no rosto. – Feliz Dia das Mães, Bells. – Jacob colocou um pequeno saquinho marrom de tecido em cima da mesa. Eu olhei, sem graça.
- Jake, você sabe que não precisava se incomodar.
- E você acha que eu deixaria passar em branco esta data? Só na sua cabecinha.
- Edward, termine aqui para mim, por favor? – peguei o saquinho e levantei. Imediatamente Edward tomou meu lugar e continuou a servir Renesmee. Em pé, eu abri o saquinho com cuidado e o virei na palma de minha mão. Era um pequeno e delicado arranjo de cabelo. Uma rosa, com cada detalhe talhado na madeira manualmente.
- Você que fez?
- Não, meu pai. Mas fui eu que escolhi o formato, então, praticamente fui eu.
Sorri e lhe dei um forte abraço sob os olhares de Edward e Renesmee. Ouvi a respiração de Edward ficar mais pesada e decidi que já era o suficiente.
- Posso levar Nessie para dar uma volta?
Imediatamente Renesmee ergueu os bracinhos para Jacob pegá-la.
- Se me prometerem voltar em, no máximo – está ouvido Dona Renesmee? – no máximo, uma hora.
- Por quê?, Jacob e Renesmee perguntaram ao mesmo tempo.
- Nossa, amor, que possessão repentina.
- Que tal, três horas, Bella? Voltamos em três horas sem atrasos. Promessa de lobo.
- Por favor, mamãe.
Como eu poderia recusar alguma coisa depois desse “Por favor, mamãe”? – Ok, estejam de volta para o almoço.
Jacob pegou Renesmee com muita pressa e saiu pela porta. Imaginei que estava com medo que eu mudasse de ideia. Quando me virei, Edward estava em pé, imediatamente à minha frente.
- O que foi? – ele perguntou com olhos curiosos.
- Não sei. Só achei que hoje, já que é Dia das Mães, eu seria mãe em tempo integral. Que Renesmee não se importasse de passar o dia só comigo. Algumas coisas não mudam, não é? – senti as mãos de Edward na minha cintura, me puxando para perto.
- Bom, – ele começou – ainda estou aqui. Que tal ser esposa em tempo integral? – Edward me beijou com muita paixão e me fez esquecer, por algum tempo, aquela pequena frustração da manhã.
Não podia me queixar de meu marido. Ele sempre estava disposto a me distrair. Não havia preocupação que sobrevivesse àqueles olhares, aos beijos, carícias. Só mais uma das coisas em que Edward era muito bom. Nem tive tempo de pensar. Minha reação foi instintiva. Num momento eu fitava seus olhos dourados em nossa cozinha, no momento seguinte eu o amava em nosso quarto.
Em boa parte do nosso dia, sempre havia alguém por perto, fossem nossa filha, nossos familiares ou nossos amigos. Momentos sozinhos eram raros, pelo menos durante o dia. E quando eles surgiam, nós aproveitávamos. Não que à noite não haveria mais e mais, mas era bom diversificar. Há algumas semanas, Edward levou tão a sério esta de diversificar que decidiu que era hora de comemorar mais um ano que eu estava em Forks. Na verdade, para Edward, absolutamente tudo era razão para comemorações a dois: o dia que cheguei a Forks, a 1ª vez que nos vimos, a 1ª noite que ele ficou, a data de nosso 1º beijo, Dia das Mães, Dia dos Namorados, aniversário da cidade, Queda da Bastilha etc.. Nossa “diversificação” começou com uma caçada no final da tarde – rindo, ele me disse que um marido normal levaria a esposa a um restaurante caro, mas que tinha certeza que eu aproveitaria minha refeição servida de outra maneira. Depois, fomos ver um filme romântico em Seattle, com direito a namoro no escurinho do cinema. De lá, seguimos para um hotel. Em princípio eu não entendi muito bem para onde estávamos indo, mas não demorou muito para que eu tomasse ciência de que fecharíamos a noite com Chave de Ouro. Ele parou o carro em frente ao Fairmont Olympic Hotel, no Centro de Seattle. Em velocidade humana, deu a volta e abriu a porta para que eu saísse.
- Espero que você aprecie cada momento, senhora Cullen – Edward sussurrou em meu ouvido enquanto me puxava suavemente pela mão. Um funcionário do hotel aproximou-se e Edward entregou-lhe as chaves do carro, instruindo-o. – Tem uma mala atrás. – o rapaz imediatamente retirou a mala, de tamanho médio e, aparentemente leve, do porta-malas e a colocou no carrinho. O manobrista entrou no carro e Edward abaixou-se na janela. – Cuide como se fosse o seu carro. – senti um tom de ameaça em sua voz e duvido que o coitado do empregado não tivesse tido a mesma impressão. Seguimos até o balcão para o check in. Para minha surpresa foi tudo muito rápido. Em poucos minutos entramos de mãos dadas no elevador. Não vi se Edward tinha dado algum sinal ao rapaz das malas. Só sei que ele desapareceu de meu campo de visão. Assim que as portas se fecharam, os lábios de Edward estavam grudados nos meus, com uma ferocidade incomum para um local que não fosse nossa casa. Não tive tempo de pensar em muita coisa, apenas que deveria aproveitar, como ele me recomendou. Edward me carregou nos braços até o nosso imenso quarto. A mala já estava lá, em pé, próximo da entrada, o que me intrigou. Acho que Edward não gostou que eu tivesse desviado minha atenção para esse detalhe, pois puxou meu rosto para que eu o olhasse.
- Eu te amo, Bella.
Respondi da melhor maneira que podia: entregando-me de corpo e alma pelo resto da noite, mantendo qualquer pensamento que não envolvesse Edward afastado de mim. E depois daquele dia, sempre havia alguma razão para “diversificarmos”.
Mas naquele Dia das Mães, meu primeiro Dia das Mães como mãe, não podíamos esquecer que havia um mundo em que tínhamos uma filha que logo voltaria para casa, que tínhamos Esme para homenagear com o restante da família e, o principal, tínhamos Rosalie que, com muito esforço (e sofrimento), ia ficar em casa para a homenagem a Esme. Ela sofria porque nunca poderia comemorar adequadamente aquela data.
- Amor, fiz uma coisa sem consultá-la, mas se você me disser que não devo… – ele se interrompeu quando me soltei de seu abraço e apoiei meu cotovelo no travesseiro para encará-lo.
- Confio em suas decisões.
- Comprei um presente para Nessie dar a Rose. Sei que ela está sofrendo, e o quão importante ela é na vida de nossa filha. Você acha que seria imprudente?
- Eu ficaria lisonjeada. Tenho certeza que Rosalie também ficará. Ela não espera por isso.
- Não a ofenderia?
- Não vejo como. Vai fazê-la muito feliz. – tranquilizei Edward. Ele pareceu relaxar um pouco.
- O que você comprou para Esme?
- Encomendei alguns pares de sapatos de uma grife italiana que sei que ela ama. A vi comentar que eles iam lançar uma coleção nova. Só o que fiz foi manter alguns contatos.
- Essa é minha mulher. – Edward abriu aquele sorriso torto que me encantava.
- O que você comprou?
- Nada.
- Pergunta errada?
- Aham. Compus uma música para ela. Você vai gostar.
- É Esme quem tem que gostar. O presente é dela.
Ouvimos a conversa de Jacob e Renesmee cada vez mais perto de nossa cabana e decidimos que estava na hora de levantar. Jacob cumpriu com o combinado. Isso foi uma surpresa. Edward disse que fazia parte dos meus presentes de Dia das Mães. Assim como Renesmee não criaria caso com as refeições por hoje, Jacob decidira não me tirar do sério mesmo que só por hoje. Eu estava começando a gostar do meu primeiro Dia das Mães como mãe. Estava até ficando mal acostumada com as concessões da parte de todos.
Sinopse: O primeiro Dia das Mães de Bella e Renesmee se passa poucos meses após o final de Amanhecer (Breaking Dawn), e nessa fanfic você acompanha os Cullen durante as 24 horas dessa data especial.
O Dia das Mães – Capítulo 1
Havia poucos meses, relaxar em minha cama, ao lado de meu marido, era simplesmente impossível. As incertezas que nos rondavam consumiam cada espaço de minha mente: se continuaríamos vivos, se Jake conseguiria levar Renesmee para longe, se Alice e Jasper os encontrariam depois. Mas, naquele momento, eu podia simplesmente pensar apenas em um dia de cada vez. Nenhuma preocupação com o futuro. Eu tinha uma ideia bem clara de como seria a eternidade.
Era o segundo sábado de maio. Aquele dia, em especial, me deixava tanto feliz quanto apreensiva. Não apreensiva de um modo ruim, mas o Dia das Mães chegaria em poucas horas. Meu primeiro Dia das Mães como mãe. Sabia que não seria fácil, principalmente porque já tinha percebido que Edward e Renesmee estavam cheios de segredinhos. Não queria nem pensar nas surpresas que eles estavam preparando. Apesar de Renesmee ser bastante parecida comigo, ela também tinha muitas semelhanças com Edward, não só físicas. E o gosto em me dar presentes, definitivamente, era algo que eles compartilhavam.
Edward percebeu que eu estava perdida em meus pensamentos e me abraçou com força, puxando-me para junto de seu corpo silenciosamente. Provavelmente já soubesse o que me afligia. Me aconcheguei sobre o peito de Edward e permaneci de olhos fechados. Agora era só uma questão de tempo, e isso foi mais rápido do que eu esperava. Quando percebi, as mãos de Edward estavam em meu queixo, puxando meus lábios de encontro aos seus. Um beijo de me fazer buscar por ar. Ele sorriu com a minha surpresa.
- Você está tensa, amor. É seu dia. Não se preocupe com nada. – Edward me tranquilizou. – Sei que o problema é a novidade, mas não há nada a temer, ok? – E me beijou novamente. Edward se ajeitou de modo que não houvesse qualquer espaço entre nossos corpos. Ele sabia o quanto eu gostava de sentir sua pele junto à minha. Uma de suas mãos estava na base de minhas costas, me pressionando de encontro a ele. No mesmo instante entendi o que ele queria. Sorri. Seria apenas como mais uma noite comum para nós dois? Imaginei que tudo começaria com o meu presente… Imaginei errado, é claro. Imaginei tudo errado.
Os primeiros raios de sol iluminavam discretamente nosso quarto. Nós continuávamos deitados, abraçados um ao outro, quando Renesmee acordou. Fiquei em silêncio apenas a ouvindo se movimentar de um lado para o outro em seu quarto – o que não era usual. A primeira coisa que Renesmee fazia de manhã era vir nos desejar um “Bom Dia”, com direito a muitos beijos e abraços. Então Edward a levava para o banho. Renesmee adorava tomar banho, especialmente com o papai, já que logo que nossa filha nasceu, ele decidiu que cuidaria dela pessoalmente até que eu mesma pudesse assumir esta responsabilidade. Leu muitos livros sobre o assunto. Um deles dizia que o contato estreitava vínculos. Ele era desajeitado com Renesmee. Temeroso. Achou melhor criar suas próprias técnicas e durante a primeira noite que ficaram sozinhos, ela estava muito agitada. Ele se lembrou de quando eu era humana. Que o banho sempre me acalmava. E foi o que ele fez. Quando me contou, achei difícil imaginar. Depois pude presenciar. E foi a cena mais linda que vi em minha vida. Edward a despia e a abraçava em seu corpo gélido, entrando embaixo do chuveiro. Começava lavando seus cabelos. Ao mesmo tempo em que passava sabão em seu pequeno corpinho, Edward a massageava. E em seguida, mais uma vez, Edward a levava para debaixo da água quente do chuveiro. Era impressionante como Renesmee gostava daquilo e não me surpreendeu saber que Edward era tão bom em ser pai como era bom em todas as outras coisas que fazia.
Mas naquela manhã, Renesmee não estava interessada no banho. Outra coisa tomava sua atenção. Ameacei me levantar, mas Edward me segurou.
- Bella, não estrague tudo. – seu tom era divertido. – Apenas espere um instante.
- Edward… – tentei argumentar e ele me calou com um beijo rápido. Quase no mesmo instante ouvimos duas batidas na porta. Edward já estava com a mão na maçaneta, abrindo-a. Vi aquele rostinho angelical me procurando com o olhar.
- Posso entrar? – disse Renesmee suavemente. Edward a pegou no colo e deu-lhe um beijo no rosto. Foi aí que vi algo em suas mãos. Tinha o tamanho de uma caixa de sapatos e estava embalado. Era o que Renesmee estava fazendo. Embrulhando meu presente.
- Pronta? – Edward sussurrou em seu ouvido. Ela balançou a cabeça para cima e para baixo, sempre com um sorriso torto e lindo nos lábios. Isso ela puxou do pai. Renesmee praticamente se jogou em minha direção. Eu a recebi nos braços em um apertado abraço.
- Feliz Dia das Mães. – minha filha me cumprimentou ao mesmo tempo em que me dava um carinhoso e molhado beijo na bochecha. Tentei segurá-la junto a mim por mais tempo, mas ela se afastou me entregando o presente.
- Eu escolhi sozinha o seu presente. O papai ajudou só um pouquinho. – ela olhou para Edward, sorrindo, mostrando suas covinhas. – E eu paguei com o meu dinheiro.
- Ah, é mesmo? Hummm… Vou precisar adivinhar? – Edward sentou na cama conosco.
- O papai disse que eu poderia dar uma dica. – olhei para Edward. – É para você se lembrar de mim sempre. – olhei de volta para Renesmee.
- E você acha que não está em cada pensamento que tenho?
- Abre, amor.
Peguei o presente das mãos de Renesmee e a sentei com Edward. Tirei a embalagem que ela tinha colocado há poucos instantes e percebi que havia uma caixa. Tirei a tampa e mais um embrulho surgiu. Contei sete papéis de presente, retirados um a um cuidadosamente. Ainda não tinha chegado ao que quer que Renesmee tivesse comprado para mim. A esta altura, ela e Edward riam descaradamente de minha aparência a cada novo embrulho a ser desfeito.
- Foi ideia do papai. – disse Renesmee entre risadas.
Outra caixa e dois papéis depois, enfim, vi uma pequena caixinha vermelha de veludo. Pude perceber que se tratava de uma joia. Abri cuidadosamente. Em princípio, vi apenas o pingente. Uma menininha. Uma gargantilha com o pingente.
- Toda mãe deve ter a representação dos filhos.
Aquilo me emocionou. Em outros tempos, eu estaria transbordando em lágrimas. Hoje, só o que pude fazer foi abraçar as duas razões de minha existência por um longo tempo. Não havia palavras que demonstrassem o que eu estava sentindo. Edward e Renesmee perceberam isso.
Alex Meraz e a sua mulher deram as boas-vindas ao seu segundo filho, Alexander Talus Meraz.
“Nasceu na semana passada”, disse uma fonte próxima do casal ao Life & Style.
O casal já tem um filho, Somak. Alex e Kim casaram em Dezembro de 2007, em Santa Barbara, California, quando Kim estava grávida do seu primeiro filho.
“Alex é tão feliz como pai”, menciona Isca Trujillo, que fotografou o casal durante a primeira gravidez de Kim e disse sobre o ator de 27 anos de idade. ”Ele adora. E pode ver realmente o amor que sentem”.
Life & Style informou pela primeira vez da segunda gravidez em Fevereiro.
Alex, que é famoso pelo seu papel de lobisomem Paul na franquia Twilight, poderá ser visto no ultimo filme, The Twilight Saga: Breaking Dawn - Part 2, que estreará em Novembro.
Mal podemos esperar por ver o pequeno!


SWATH foi classificado para maiores de 12 anos por ter algumas cenas de violência. Menores de 12 anos poderão ver o filme se estiverem acompanhados pelos seus responsáveis. O filme terá 2 horas e 7 minutos. Já Cosmópolis foi classificado para maiores de 15 anos por trazer linguagem e cenas de sexo fortes. O filme dura 1 hora e 49 minutos.

Kellan Lutz, do famoso de Crepúsculo e a estrela de Vampire Diaries,Nina Dobrev, estão em negociações para se juntarem ao estreante de Project X, Jonathan Daniel Brown, em Kid Cannabis.
John Stockwell vai realizar o filme, que é baseado num artigo de 2005 da Rolling Stone, que falava do verdadeiro conto de adolescentes suburbanos de Idaho que construíram um império multi-milionário de haxixe.
Brown vai interpretar um adolescente deprimido de 19 anos que se une aos seus amigos para contrabandear drogas através da fronteira canadense.
Lutz vai viver o melhor amigo mais velho, que adora a emoção no início, mas depois perde a própria cabeça.
Dobrev, que tem se agendado para trabalhar fora antes do seu negócio finalizar, iria interpretar uma sensual adolescente de 19 anos que tem algo pelo melhor amigo e cujo pai é um dos poderosos na região.
Gordon Bijelonic, Mia Chang, Bic Tran e Datari Turner irão produzir o filme indie, que supostamente começará a ser produzido em Julho, no Canadá.
O filme está a ser desenvolvido há vários anos e uma vez quase começou a ser gravado com Chris Marquette e Cam Gigandet nos papéis masculinos principais.

A página oficial de Snow White and The Huntsman no Reino Unido disponiblizará um chat exclusivo e ao vivo com Kristen Stewart na próxima terça-feira no dia 15 de maio
Edith Bowman vai ser a anfitriã e podem enviar as perguntas no facebook AQUI


O screening acontece na Quarta-feira, 30 de Maio, às 8:30pm om Robert Pattinson e David Cronenberg. O preço das entradas oscila entre os 16€ e os 29€.
Estarão à venda 125 entradas VIP (para a primeira fila mais com um poster do filme).
Haverá passadeira vermelha e poderão estar lá e, depois, entrarem para o screening.
Estão autorizadas câmaras.
Haverá acesso para pessoas especiais perto do tapete vermelho.
As portas vão abrir às 6:30 pm.


















